O compartilhamento de fake news nas redes sociais é um fenômeno que vem crescendo nos últimos anos. Com a velocidade proporcionada pela internet, a informação – verdadeira ou não – circula com mais facilidade e, em muitos casos, gera grande impacto mesmo o fato não sendo verídico. Além de sites especializados em propagar notícias faltas, as correntes de WhatsApp contendo informações falsas ou distorcidas têm se tornado cada vez mais comuns.

Leia mais: A ameaça das ‘fake news’

Preocupado com isso, o Conselho Nacional de Justiça publicou em sua página no Facebook uma série de dicas para evitar que boatos se espalhem. São elas:

  • Sempre ler a notícia inteira;
  • Checar quem publicou a matéria;
  • Conferir a data da publicação;
  • Pesquisar a mesma informação em outras fontes;
  • Não acreditar em tudo o que está nas rede;
  • Desconfiar de notícias que tenham muitos adjetivos.

É fundamental checar a veracidade das informações para não correr o risco de contribuir com a propagação de mentiras e boatos.

Leia também: Advogadas se engajam no combate às notícias falsas sobre Marielle

DESEMBARGADORA

O próprio Conselho Nacional de Justiça abriu um procedimento para investigar um post da desembargadora Marília Castro Neves no Facebook, em que ela difama a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL), assassinada a tiros na quarta-feira, 14. Ela escreveu, baseada apenas em fake news (notícia falsa)que diz ter lido no texto de uma amiga, que Marielle era “engajada com bandidos” e havia sido “eleita pelo Comando Vermelho” –nenhuma das duas acusações é verdadeira. Também são falsas as afirmações que ela teria engravidado aos 16 anos e que já foi casada com o traficante Marcinho VP.

A irmã, Anielle, e a viúva de Marielle Franco, Monica Benicio, pedem, em ação na Justiça do Rio, que sejam retirados do YouTube os vídeos com notícias falsas sobre a vereadora. O valor da causa foi estipulado em R$ 1 milhão, mas é o juiz quem determina a multa caso concorde com o pedido.

Ano Novo, sensação de recomeço… que tal fazer um uso mais saudável das redes sociais? Especialistas explicam que passos simples, como desativar notificações sonoras, monitorar as horas de uso ou mesmo “agendar” os momentos em que vai checar as atualizações podem ajudar.

G1 reuniu 10 dicas abaixo.

1) Desativar alertas sonoros

É um passo simples que pode reduzir a ansiedade e a vontade de checar toda hora as redes. Esta é foi a primeira dica de uma campanha no Reino Unido que convidou pessoas que quisessem ir além a passar 1 mês inteiro sem olhar as redes.

Também é possível desativar a notificação na tela, para não ver a mensagem piscar.

Retirar alertas e notificações, visuais e sonoras, é uma das dicas do médico Cristiano Nabuco, coordenador do Grupo Dependência em Tecnologia do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, para conseguir estabelecer padrões mais saudáveis de uso das redes sociais.

Isso barra a interrupção que essas notificações nos causam, desviando nossa atenção com barulhos. “Na hora de fazer uma pausa ou tomar um café, aí então deve-se olhar as redes sociais. Com isso, o usuário se sobrepõe, determinando os períodos em que é afetado pela informação e tomando o controle no acesso.”

2) Monitorar o tempo de uso

Você poderá se surpreender ao se dar conta de quanto tempo gasta em cada rede.

Recentemente, o Facebook e o Instagram passaram a oferecer monitoramento do tempo de uso, informando ao usuário quando ele atingiu um certo limite de horas que ele mesmo determina.

Alguns smartphones também fazem isso, relatando o tempo de uso do aparelho naquele dia e quais atividades (ou aplicativos) dominaram esse montante. “Isso faz uma fragmentação e as pessoas começam a perceber que, em certas condições, elas usam a tecnologia como se fosse um plano B, uma anestesia para algumas emoções”, afirma Nabuco.

3) Hora da checagem

Em vez de pegar o smartphone toda hora que recebe uma notificação, é melhor determinar os intervalos de checagem, a cada meia hora ou uma hora, por exemplo, sugerem os psicólogos Mark Griffiths e Daria Kuss, da Universidade de Nottingham Trent, no Reino Unidos. Eles se especializaram no estudo do impacto da tecnologia e das redes sociais no comportamento.

Quando bate aquela vontade de abrir uma notificação, a sugestão de Nabuco é aguardar 10 minutos. Depois, mais 10 minutos.

Isso dá um atraso no tempo de consumo e ajuda o usuário a se questionar sobre a necessidade do acesso. Ele explica que com o passar do tempo, dar esse tempo de atraso entre as conexões permite melhorar o auto-questionamento sobre o consumo das redes sociais.

4) Dormir sem o celular

Já é possível desativar notificações durante a noite ou quando se está dirigindo. Mas, se a vontade de dar uma olhadinha nas redes é inevitável enquanto você ainda não pegou no sono, melhor se separar do celular e deixá-lo em outro cômodo.

Você já ia dizer que não é possível dormir sem o celular de lado por causa do alarme, certo? Se ter o aparelho do lado da cama é uma tentação para você, melhor usar outro tipo de despertador.

O mesmo vale para quem usa o celular como relógio.

5) Perceba padrões

É preciso tentar entender o que está por trás dos acessos e perceber qual é o gatilho situacional do consumo de redes sociais.

Segundo Nabuco, o uso intenso de tecnologia e redes sociais se assemelha a vícios de comportamento, como compras compulsivas ou jogo patológico. Para não se entregar a exageros, é preciso compreender quando e em que momento mais sentimos necessidade de acessar as redes sociais: pode ser durante um jantar em família ou mesmo logo depois de acordar.

O pesquisador afirma que o córtex pré-frontal, parte do cérebro responsável por controle e freio comportamental, ainda não está totalmente formado em crianças e adolescentes. Por isso é preciso dar o exemplo para eles nas horas em que é preciso deixar o celular, e as redes sociais, de lado.

6) Hora do intervalo

Griffiths reconhece que é realmente difícil ficar um tempo maior sem checar as redes e sugere começar com pequenos passos, como numa reeducação alimentar.

“Prove a você mesmo que é capaz de ficar 15 minutos sem checar as redes”, escreveu. “Aos poucos, vá aumentando esse período.”

Também é válido escolher períodos em que não se pegar o telefone, por exemplo, durante as refeições, num encontro ou determinado tempo antes de dormir. “Mas aí não leve seu smartphone à mesa”, exemplifica o psicólogo.

7) Atividades sem telefone

De acordo com Nabuco, ter consciência sobre o uso excessivo das redes sociais e entender seus danos já é um bom primeiro passo.

Procure fazer algum programa onde não seja possível usar o smartphone: uma prática esportiva, por exemplo. Ou ir a lugares sem wi-fi ou onde o celular é mal visto, como aulas de ioga ou meditação, cinema, etc.

8) Fechado para ‘balanço’

Avise os amigos ou contatos frequentes de que você ficará um período “offline”. Você também pode colocar essa notificação junto ao seu status, por exemplo.

Alguns aplicativos podem ser deletados, a fim de criar um smartphone livre de distrações. Em casos mais extremos, pode-se cogitar até a troca do smartphone por um aparelho comum, que só faz chamadas.

9) Selecione perfis e informações

Quanto mais gente você segue, mais tempo passará vendo as atualizações do seu feed. “Deixe grupos dos quais você nunca participa”, exemplifica Paul Levy, autor de “Digital inferno”.

“Boa parte do que recebemos no WhatsApp ou nas redes sociais é ruído: são piadas, fofocas, correntes. É preciso se questionar, após receber, se a informação recebida foi útil ou tem aplicação naquele momento”, afirma Nabuco.

Segundo ele, colocando em perspectiva é possível perceber que muito do conteúdo que recebemos está apenas roubando nossa atenção. “Essa interrupção de uma linha de raciocínio, alterando estados de reflexão mais profunda para as mais superficiais, causa estresse no cérebro, causando a perda da capacidade de aprofundamento com o passar do tempo”, diz.

10) Use o tempo livre

Para muita gente, as redes sociais são um entretenimento. Substitua o tempo em que ficará fora delas por outras atividades que sejam prazerosas também, como ler, encontrar amigos, retomar um “hobby” antigo, aprender um novo, etc.

tecnologia na educação sempre esteve presente na informação deles de auxílio no processo tanto de aprendizagem quanto de ensino; desde em aparelhos rudimentares como o ábaco aos computadores pessoais.

Tecnologia no método de ensino[editar | editar código-fonte]

Esses recursos foram bastante utilizados até o fim do século passado, porém com a popularização dos computadores a metodologia de ensino, principalmente nas escolas, teve uma grande mudança, pois eles auxiliam os professores a ministrar suas matérias de forma mais dinâmica e divertida e os alunos passaram a possuir novos meios de interação com a matéria. Até mesmo a necessidade atual de dominar essa tecnologia levou muitas escolas a colocar como obrigatória, aulas de informática.

Outra invenção de bastante impacto no processo de ensino foi a internet, que passou a integrar os diversos meios de comunicação fazendo com que as informações antes obtidas de diversas fontes possam agora serem encontradas em um único lugar de fácil acesso. Isso ajudou no processo de ‘disseminação’ do ensino, pois qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo pode obter o conhecimento sem necessitar do tradicional modelo de ensino formal, através de instituições físicas como escolas e universidades.

Tecnologia na aprendizagem[editar | editar código-fonte]

Existem diversas teorias sobre a forma de aprendizagem, as principais são:

  • behaviorismo: afirma ser o aprendizado uma troca de estímulos(provenientes do meio) e respostas(comportamento apresentado)[1]. O conhecimento pode ser adquirido não voluntariamente(condicionamento respondente), como um reflexo das mudanças dos estímulos do meio, ou voluntariamente(condicionamento operante) exigindo uma maior atividade humana. Essa teoria foi proposta por John B. Watson no inicio do século XX.
  • epistemologia genética: o aprendizado é uma combinação de estruturas inerentes da pessoa e uma interação dela com o objeto de estudo[2]. Essa teoria foi proposta pelo suíço Jean Piaget em meados do século XX.

Essas teorias têm um tom mais psicológico e neurológico, porém existem teorias mais relacionadas com o lado pedagógico do aprendizado, como no caso do educador e filósofo brasileiro Paulo Freire, afirmando que o indivíduo aprenderia o objeto de estudo através de uma continua troca de questionamentos e respostas com a realidade, trilhando o seu próprio caminho e rumo de aprendizado, pois o processo de aprendizagem não trata-se apenas de uma repetição, mas também de um processo de construção e reconstrução fazendo possível, dessa forma, constatar as mudanças propostas[3]. Essa teoria levou a constatação de que cada pessoa aprende de forma diferente e da maneira que mais a agrada. Apesar de ainda válidas, essas teorias vêm se adaptando aos moldes da sociedade atual. Existe uma trabalho atual realizado pelo norte americano Salman Khan denominada Khan Academy, um site onde ele posta vários videos sobre os mais variados assuntos dando assim a possibilidade da pessoa escolher não só o assunto a ser estudado, como a hora e lugar mais apropriados para o seu aprendizado, que se assemelha bastante com a idéia proposta por Paulo Freire. A inovação proposta por Khan não foi só a disponibilização de vídeos tutoriais, pois essa ideia já existia, mas a junção dos vídeos com exercícios propostos que utilizam um técnica chamada gamification. Essa técnica busca trazer elementos de games como uma forma de estímulo e para uma melhor compreensão do assunto a ser aprendido. No caso da Khan Academy, ela funciona propondo desafios ao aluno, chamados módulos, e a medida que os assuntos são dominados, são fornecidas recompensas e sugeridos novos desafios com um nível maior de dificuldade.. Essa metodologia proposta pela Khan Academy não se limitou apenas a internet e está atualmente sendo realizada como teste em uma escola em Los Altos, São Francisco. Técnicas como o gamificationsão cada vez mais estudadas por psicólogos como alternativas viáveis no processo de aprendizagem.

As mulheres usam mais a internet que os homens tanto em áreas urbanas como rurais. É o que diz a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgada nesta quinta-feira (20) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

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A Pnad pesquisou o acesso à internet e à televisão nos domicílios particulares e o acesso à internet e a posse de telefone celular para as pessoas de 10 anos ou mais de idade.

De acordo com a pesquisa, nas regiões rurais, 41,9% dos usuários de internet são mulheres contra 36,3% de homens. Nas áreas urbanas, a diferença entre sexos é menor: 74,9% são mulheres e 74,6% homens.

Em 2017, considerando a população de 181.070 mil pessoas de 10 anos ou mais de idade do País, 69,8% utilizaram a internet. Esse percentual apresentou considerável elevação em relação a 2016 (64,7%). O mesmo vale em área urbana e rural e para os homens e as mulheres. A pesquisa também indica que o uso da internet  continua em expansão.

O percentual de pessoas que utilizaram a internet, de 2016 a 2017,  cresceu de 70% para 74,8%, em área urbana, ainda se mantendo em nível muito mais alto que em área rural, que aumentou de 32,6% para 39%.

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Arte/R7

A pesquisa também mostra que em todas as regiões do país houve um crescimento no percentual de pessoas que acessaram a internet, tanto em área urbana como em área rural. Em 2017, em todas as Grandes Regiões, houve diferença acentuada entre os resultados das áreas urbana e rural, sendo a da Região Norte a maior (69,6%, na urbana, e 27%, na rural).

Instrução

O nível de instrução influencia na utilização da internet, quanto maior a formação escolar, mais elevada é a utilização das redes. De 2016 para 2017, apresentou aumentos mais expressivos na parcela da população com ensino fundamental incompleto até o médio completo. Para as pessoas sem instrução este indicador não apresentou alteração.

Em 2017, na população de 10 anos ou mais de idade sem instrução, permaneceu em somente 11,2%. Entre as pessoas que tinham o fundamental incompleto, este indicador subiu para 50,6%. Sobe para 97,7% do contingente com o superior incompleto e atinge 96,4% no grupo com superior completo.

A justificativa para ter um número maior de usuários com superior incompleto está no fato deste grupo deter uma alta parcela de estudantes e ter uma estrutura etária mais jovem do que o das pessoas com nível superior completo. Não houve diferenças relevantes entre os percentuais dos homens e mulheres que utilizaram a Internet, em cada nível de instrução.

Descubra como o uso excessivo da internet e das redes sociais pode prejudicar o seu filho.

O que isso pode causar aos pequenos?

Ainda não sabemos o quanto os problemas listados agora no presente podem influenciar na vida adulta dessas crianças, mas a partir do momento em que conhecemos alguns desses malefícios, podemos pensar em ações que contribuam para que essa interação seja cada dia mais saudável.

No e-Book iremos trabalhar as seguintes questões:

  • Internet;
  • Redes Sociais;
  • Uso excessivo de tecnologias de comunicação;
  • Comportamento infantil.

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Sobre a Escola da Inteligência

Conheça o programa que transforma a vida de 200 mil alunos em todo o Brasil.

Escola da Inteligência é um programa que encanta escolas e familiares em todo o País ao promover uma educação emocional e social, que melhora a aprendizagem, o raciocínio, as relações interpessoais e prepara crianças e jovens para os desafios da vida.

Fundamentado na Teoria da Inteligência Multifocal, de autoria do Dr. Augusto Cury, o programa envolve alunos, pais e professores e contempla desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, com metodologia específica para cada faixa etária.

São 450 escolas conveniadas, com mais de 200 mil alunos e 3 mil professores.

Gostou? Então conheça outros materiais educativos que a Escola da Inteligência oferece gratuitamente!

Saiba mais sobre segurança digital para crianças e adolescentes.

Com o uso cada vez maior da internet por crianças e jovens, cresce o desafio da família em acompanhar e orientar seus filhos nesse processo.

Mesmo representando uma ótima ferramenta de aprendizagem, divertimento, interação e lazer, a internet também pode ser perigosa para as crianças e jovens.

Mas como a família pode orientar os filhos para uma utilização consciente e segura? Como realizar um monitoramento saudável dos acessos, evitando que estes tragam riscos para suas vidas?

Com o intuito de colaborar com você família, trouxemos algumas dicas para ajudá-los a compreender e lidar melhor com esse processo.

Continue sua leitura e confira algumas sugestões!

1. Converse com o seu filho e oriente sobre a privacidade

O mais importante é o diálogo. Nem sempre podemos acompanhar tão de perto o que os filhos estão fazendo no computador conforme eles vão ficando mais velhos.

Por isso, é importante manter uma relação de diálogo para que haja abertura para conversar sobre o tipo de comportamento e pessoas a serem evitados nas redes.

Além disso, na medida do possível, busque acompanhar os conteúdos que ele está acessando, sejam jogos, aplicativos variados ou, principalmente, redes sociais, que são locais onde ele pode interagir com outras pessoas, muitas vezes desconhecidas.

O Facebook é uma rede social muito acessada por crianças, pois, apesar de contar com termos de uso restritivos — só pessoas acima de treze anos de idade podem criar uma conta —, é bastante simples burlar esse mecanismo.

No entanto, é fato que não podemos adotar uma conduta alienante, proibindo o uso da internet por nossas crianças e jovens, mas é necessário nosso acompanhamento e orientação desses momentos mais de perto, como: não postar fotos, não revelar qualquer endereço e informação pessoal, entre outros.

De qualquer forma, esteja próximo de seu filho quando ele estiver navegando e tenha livre acesso para fiscalizar e averiguar para saber com quem ele está falando e o que está postando.

2. Utilize práticas que facilitem sua monitoração

Algumas práticas colaboram para que os pais consigam acompanhar mais de perto os acessos dos filhos à internet. Confira:

  • instale o computador em um local no qual seja possível verificar e monitorar suas atividades;
  • tenha acesso a todas as senhas de seu filho;
  • verifique com regularidade o histórico do computador;
  • Pergunte a ele quais são os ambientes/sites/rede social que ele mais gosta de acessar.
  • Veja também se ele já encontrou algum ambiente/site/rede social que não tenha o agradado? Descubra por que não.

3. Imponha limites quanto ao uso de dispositivos com acesso à internet

Apesar das crianças e jovens não gostarem, eles é importante estabelecer horários de uso da internet.

Essa medida colabora para que as crianças não exagerem na navegação, bem como contribui para que tenham mais tempo para outras atividades.

Vale ressaltar que algumas pesquisas que vem sendo desenvolvidas associam a exposição de crianças à tecnologia por muito tempo a um comportamento mais ansioso

É importante que, de preferência, os pais escolham as horas do dia nas quais estarão por perto e, assim, possam acompanhá-los com maior facilidade.

4. Oriente seu filho sobre algumas questões

Se encontrar algo suspeito em históricos ou buscas, oriente seu filho e fale claramente sobre os perigos a que ele está exposto com esse tipo de comportamento.

Se você conhecer histórias reais que tenham acontecido, você pode usá-las como exemplo para orientar.

Em relação à caixa postal, aconselhe-o a não abrir e-mails de remetentes desconhecidos, pois podem ser spam ou vírus.

Deixe claro para seu filho que, na internet, ele precisa também tomar cuidados com desconhecidos e com o que publica e acessa. As precauções devem ser bem grandes, tais quais ocorrem na vida real.

5. Instale filtros de conteúdos

Alguns filtros ajudam a proteger os filhos na internet, controlando seus acessos. Veja alguns deles:

  • Norton Family: o programa oferece ferramentas que protegem smartphones e tablets e faz monitoramento de controle de tempo, redes sociais, entre outros;
  • K9 Web Protection: é um filtro de monitoramento que permite aos pais bloquear sites, aplicar restrições de tempo e ainda configurar buscadores, forçando a “Safe Search”;
  • MetaCert: conta com ferramentas que protegem as crianças contra pornografia online;
  • Windows Live Proteção: possibilita a criação de vários usuários em um computador e gerenciar os acessos de cada um;
  • Zuggi: é um site de busca para crianças. Conta com um visual infantil e impede o acesso a conteúdos impróprios.

E você, o que achou deste post sobre como proteger os filhos na internet? São medidas que ajudam a permitir um uso saudável do computador e da internet, evitando exposição a perigos.

Compartilhe, então, essas sugestões nas suas redes sociais e ajude seus amigos com nossas dicas! Além disso, confira nosso e-book sobre o uso excessivo da tecnologia por crianças!

Nos últimos anos a internet se mostrou como uma ferramenta muito útil na hora de trocar informações, consultar textos, comprar produtos e até manter contato com amigos distantes. Porém, nem sempre ela pode ser considerada totalmente segura. Problemas que vão desde vírus até pessoas mal intencionadas podem ser encontrados na internet.

Confira 5 grandes perigos que a internet pode trazer aos seus usuários e como se prevenir deles:

1. Vírus
Existem vários tipos de vírus e todos eles são prejudiciais para o computador. É possível encontrá-los em diversos ambientes e, normalmente, o vírus infecta o sistema, faz cópias de si mesmo e depois tenta se espalhar para outros computadores. Para se prevenir deste perigo basta manter seu antivírus atualizado e estar sempre atento caso seu PC apresente problemas de lentidão ou outros sintomas esquisitos.

2. Spams
O spam é uma mensagem eletrônica não autorizada pelos internautas, mas que são enviadas da mesma forma. Possuem o objetivo de lotar a caixa de e-mail de seus receptores e, algumas vezes, podem conter vírus que prejudicam o computador do internauta. Para se livrar deste problema basta marcar o e-mail como spam e, da próxima vez que receber uma mensagem deste remetente, ela será automaticamente considerada um spam.

3. Páginas falsas
As páginas falsas são uma forma de fraude eletrônica que tem o objetivo de adquirir informações pessoais dos internautas que a acessarem. Elas também são chamadas de phishing e sempre tentam induzir seus visitantes a colocarem os dados. As favoritas para se tornarem falsas são as páginas de banco. Para se proteger, toda a vez que for acessar seus dados pessoais tente usar a navegação InPrivate que os navegadores oferecem.

4. E-mails maliciosos
Há vários tipos de e-mail que possuem o objetivo de roubar informações pessoais dos internautas. Algumas vezes eles utilizam grandes empresas, como bancos, para poderem persuadir o receptor a entrar no link e fornecer seus dados. Promoções bizarras também pipocam nas caixas de e-mail. Sempre que receber algo suspeito, investigue. Se tiver dúvidas, não acesse ou clique em qualquer link.

5. Pessoas mal intencionadas
A internet tem a vantagem – ou desvantagem – de poder preservar a identidade de seus usuários. Muitas pessoas adquirem outras personalidades para conseguirem persuadir os internautas. As intenções são as mais variadas, desde crackers tentando roubar informações pessoais até pedófilos tentando marcar encontros. Para evitar este perigo basta não se comunicar com estranhos. Tanto nas redes sociais como por e-mail, apenas converse com quem tenha contato.

Violações de segurança cibernética foram e ainda são uma ocorrência regular, por esse motivo, precisamos sempre estarmos atentos às formas de se proteger na internet.

Até mesmo Mark Zuckerberg — presidente do Facebook — é uma pessoa altamente cuidadosa. Ao comemorar 500 milhões de seguidores em seu perfil no Instagram, a empresário publicou uma foto em forma de agradecimento ao público. Porém, uma das coisas que mais chamaram atenção na fotografia foi o computador dele. A imagem mostrava que o laptop dele estava com a webcam e o microfone cobertos.

Pode até parecer exagero, mas Mark está muito certo em se proteger dessa maneira. Com o avanço tecnológico, os atuais dispositivos como laptops, celulares e tablets, por seus vários recursos automáticos, são os que mais estão em risco de serem invadidos por softwares maliciosos.

Celebridades e pessoas públicas podem ser muito mais visadas nesse tipo de risco, mas nada impede que nós, pessoas comuns, sejamos alvos de hackers, como bem mostrou uma série da Netflix, que trata sobre tecnologia.

Pensando nisso, trouxemos algumas eficientes formas de se proteger na internet. Acompanhe!

1. Não deixe a webcam ligada em desuso

A webcam é uma ferramenta poderosa que aproxima muito as pessoas e a auxilia muito em conferências. Entretanto, se ela não estiver em uso no momento, desligue-a ou de preferência, cubra-a para evitar que hacker tenham acesso às suas imagens.

2. Não deixe o microfone do seu computado ligado

O mesmo se adequa ao microfone, seja um modelo inserido de fábrica em seu computador ou algum dispositivo externo que você tenha conectado a ele.

Tudo que possa dar informações às outras pessoas deve ser bloqueado para não facilitar a vida dos hackers.

3. Saia de todas as suas contas de e-mail e redes sociais ao terminar de usar

Esse tipo de descuido é muito comum, especialmente quando utilizados computadores públicos ou compartilhados, seja na empresa, na faculdade ou demais locais.

Se precisar logar suas redes pessoais em qualquer computador que não seja o seu, não esqueça de, no final, fazer logout de tudo o que acessou, não dando margem a outros usuários que de ter acesso às suas informações.

Um bom artifício para aqueles que têm o costume de utilizar o Chrome como navegador, é sempre acessar com a opção “nova janela anônima”. Esse recurso não deixa rastros e, consequentemente não arquiva suas informações como login e senha.

4. Não divulgue informações pessoais na internet

É muito importante que ao acessar e navegar pela internet você não dê informações que possam ser usadas por estelionatários ou sequestradores.

Assim, evite dar o endereço de sua casa, seu número de telefone, número de documentos etc., especialmente em sites não confiáveis, como redes sociais, onde todos podem ter acessos.

Esse tipo de informações é confidencial e, por isso, só devem ser transmitidas para empresas sérias e em endereços que constem no início “https://”. Esse “S” significa que o site é seguro.

5. Crie senhas difíceis e mude-as, periodicamente

Uma senha forte é uma das melhores formas de se proteger na internet, afinal é a barreira inicial para o acesso a qualquer site ou plataforma que você queira acessar.

Evite datas especiais, nome de familiares ou do animal de estimação ou demais palavras que possam sem facilmente identificadas. Dê preferência para a utilização de letras em maiúscula e minúscula, números e caracteres especiais.

Existem sites especializados para lhe ajudar nesse processo e até criar senhas aleatórias que possam não ser identificadas.

6. Atualize o antivírus e faça uma varredura periódica em seu computador

Quando se trata de proteção contra vírus, malwares e hackers, os antivírus são a melhor forma de combate. Opte sempre por plataformas de qualidade que tenham boas ferramentas de bloqueio contra inimigos.

Nesse aspecto, os aplicativos pagos valem muito a pena por fornecer uma gama muito maior de proteção para seus dados e arquivos. E, afinal, quando falamos de proteção, todo investimento é muito válido.

7. Tome cuidado com downloads

Em diversos sites que acessamos pop-ups com anúncios de ofertas e, especialmente, downloads inundam nossas telas. São assuntos de todos os tipos e com as mais bizarras opções possíveis. Apesar de tantas ofertas, tenha sempre muita atenção a esse ponto. Clique em baixar somente se tiver certeza de que aquilo é seguro.

Mesmo em sites confiáveis, é necessário ter muita atenção onde se está clicando. Muitas pessoas mal-intencionadas incluem “Cavalos de Tróia” juntamente com links confiáveis, exatamente para você seja apanhado em alguma dessas armadilhas.

8. Não instale softwares piratas em seu computador

Por fim, dê atenção a qualidade dos softwares que são instalados em seu computador, especialmente os que não são originais.

Aplicativos licenciados possuem garantia e suporte do fabricante contra riscos de invasão e problemas técnicos. Já os que são pirateados não terão esse tipo de resguardo.

Apesar de serem muitas as providências a serem tomadas para garantir sua segurança, todas são muito importantes e não devem ser negligenciadas. Seguindo essas formas de se proteger na internet você evitará que invasores usem ou divulguem suas informações, e assim, estará garantindo uma navegação muito mais sossegada.

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Os estudantes estão conectados na internet sempre que podem: postam opiniões, fotos e vídeos, indicam o local em que estão, trocam mensagens mesmo com pessoas que nunca viram pessoalmente. “Os ambientes digitais são os espaços de convivência dos jovens. O que para nós é uma exposição, para eles é apenas parte do relacionamento”, explica Juliana Cunha, psicóloga da SaferNet, que visa promover o uso seguro da rede (veja no quadro destaques de pesquisa da organização)

Se na maior parte das vezes a comunicação virtual é inofensiva, em alguns momentos ela pode ser excessiva e prejudicial. Os adultos devem orientar os mais novos a identificar quando a ação ultrapassa o aceitável. “Aquilo que curtem e compartilham ou as comunidades às quais pertencem falam muito sobre quem são, e essa exposição pode trazer consequências diversas”, diz. 

O papel da escola é fundamental já que, segundo Juliana, nem sempre os pais têm clareza dos perigos da internet: “Muitas vezes, eles ficam preocupados sobre aonde o filho vai e em que companhia, mas não com quem ele se relaciona na rede. A escola pode alertar, informar e envolver todos”. Confira as orientações dos especialistas.

Fazer prevenção permanente Chamar especialistas para dar palestras enriquece o debate e mostra como ele é prioridade na escola. Porém, para haver resultados, a discussão sobre comportamento e ética nos ambientes virtuais não deve ser restrita a momentos isolados. No dia a dia, cabe a você antecipar situações perigosas, como o compartilhamento de fotos sem autorização, e discutir com os estudantes a melhor maneira de agir. 

Orientar sobre privacidade No celular, aplicativos como WhatsApp, Secret e Snapchat propiciam a disseminação rápida, e muitas vezes não autorizada, de conteúdos privados. Um caso cada vez mais comum é a troca de fotos ou textos íntimos, conhecida como sexting. Um aluno manda para um amigo, este envia para outro, que encaminha para um terceiro, só aumentando o constrangimento da vítima. “É essencial ensinar os estudantes a avaliar se suas ações podem prejudicá-los de alguma forma”, explica Juliana. 

Mostrar consequências A falsa sensação de anonimato e impunidade estimula atitudes irresponsáveis. “Deixe claro que a internet não é uma terra sem lei: se alguém comete um crime ou viola o direito de alguém pode ser identificado e pagar pelo mal que causou”, explica Juliana. Lembre que os registros na internet são perenes e difíceis de apagar. A curto prazo, a exposição inadequada de si mesmo ou do outro pode se transformar em um enorme transtorno ou em um caso de cyberbullying, quando o fato ocorre repetidas vezes. A longo prazo, pode comprometer a reputação de uma pessoa, como no momento de procurar emprego ou ter outros relacionamentos. 

Manter o canal de diálogo aberto Os educadores devem construir uma relação de confiança e respeito com os estudantes de maneira que eles se sintam à vontade para se comunicar e pedir ajuda, caso necessário. “Quando eles podem falar sobre o que vivem, a escola antecipa, prevê e evita situações indesejadas”, diz Juliana. Procure entender o aluno e o sentido que têm para ele as redes sociais. “A forma de falar também importa. Se o professor só aponta o que está errado, o aluno evita compartilhar. Não é preciso dar uma resposta definitiva, mas ajudar a pensar e direcionar para uma melhoria, com sugestões e críticas”, diz César Nunes, assessor de tecnologia da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. 

Discutir regras de uso Mais efetivo do que impor proibições, é envolver os alunos na decisão sobre regras e punições. Definir como e quando usar o computador e o celular ou quais sites são liberados para acesso é uma boa oportunidade, de acordo com Nunes, para desenvolver o senso crítico nos estudantes. Uma opção é a escola estabelecer limites gerais em conjunto e os professores tomarem as decisões mais específicas com suas turmas, de acordo com as características do ano em que estudam e dos interesses que apresentam. “Esses combinados só se transformam em valor se a turma participar”, diz. 

Usar a internet de forma positiva Aproveite a tecnologia para se comunicar com os alunos, publicando documentos, atividades e outros materiais úteis para a sala. Embora sejam nativos digitais, os jovens muitas vezes fazem uso repetitivo e pobre do computador: amplie o horizonte deles mostrando possibilidades positivas e produtivas da tecnologia. Estabeleça uma troca com os pais, usando ferramentas digitais para envolvê-los nas discussões da escola. 

Alertar sobre senhas É comum os estudantes confundirem a forma de demonstrar amizade e afeto e compartilhar as senhas com os colegas. O problema é que, com isso, perdem o controle do que pode ser feito com suas informações pessoais. Assim, números de documentos, endereço ou fotos correm o risco de cair nas mãos de pessoas mal-intencionadas. Explique que as senhas do mundo digital são pessoais e, portanto, devem ser mantidas em sigilo. 

Intervir rapidamente Por ter mais proximidade com os alunos, o professor costuma ser o primeiro a saber de conflitos entre eles, seja na sala, seja nos ambientes virtuais. Por isso, converse com a turma e discuta soluções. Os problemas mais sérios devem ser compartilhados com a equipe escolar e as famílias dos envolvidos. Em caso de crime, é imprescindível acionar as autoridades responsáveis pela proteção de crianças e adolescentes, como Conselho Tutelar e Ministério Público (MP).

“John Cohn – cientista maluco”, poderiam ser as primeiras palavras pronunciadas por este engenheiro da IBM ao apertar a mão do jornalista, mas ele reserva essa apresentação para o final da entrevista, na forma de um cartão de visita.

Com os cabelos grisalhos despenteados e uma barba bastante povoada, Cohn (Nova York, 1950) apresenta um caráter afável e sereno, incapaz de apagar o sorriso de seu rosto. Sobre a camisa veste uma jaqueta escura em lugar da colorida bata com a qual em várias ocasiões alimentou a imagem de gênio descuidado que lhe valeu o apelido de Yoda da internet das coisas. Foi justamente seu aspecto que levou o Discovery Channel a procurá-lo para participar do The Colony, um reality show de sobrevivência no qual durante três meses, vivendo num ambiente controlado, os participantes deviam utilizar os limitados recursos à disposição para conseguir água, comida, eletricidade e se defender de ameaças externas.

Cartão de visita do engenheiro da IBM.
Cartão de visita do engenheiro da IBM.

“O programa era realmente estúpido, mas tinha algo de muito interessante: exibiam todas as experiências que fazíamos, saíssem bem ou mal. E isto é muito positivo, porque, como cultura, não gostamos de falar de fracasso, mas ele é parte do processo de invenção”, diz. Nesse sentido, também elogia o trabalho da Fuckup Nights, uma iniciativa que reúne pessoas para que falem sobre como aceitaram seus maiores erros. “Se não ensinar às pessoas como se fracassa e depois elas tentam corrigir o que fizeram errado, você está mentindo a elas sobre o processo criativo.”

Isto não significa que ele mesmo não tema o fracasso. Admite estar acostumado a se preocupar com a maneira como é visto, e arrisca que esse é o principal motivo pelo qual a sociedade evita fugir do estabelecido: por medo do que vão pensar quando você cometer um erro. “Temos que pensar como crianças, nos divertir com o que fazemos, focando no momento presente, sem calcular o que virá depois”, propõe.

O engenheiro extrapola seu pensamento para o ambiente corporativo e acrescenta que quando as companhias duvidam perante uma mudança, estão perdendo um tempo muito valioso. “Se você não se mexer por ter medo de fracassar, no final fracassa desde o começo, sem ter partido da linha de saída”, argumenta. “Ninguém é demitido por cometer um erro honesto.”

Cohn adota essa filosofia desde criança. Também é verdade que as circunstâncias que o cercaram não poderiam ter sido melhores: cresceu em Houston (Texas) nos anos 60, durante a época dourada da NASA. “Ia à escola com filhos de engenheiros e astronautas; todo mundo queria se dedicar à ciência. Lá aprendi a intercessão entre ser bastante freak, se divertir e trabalhar duro.”

O engenheiro durante sua participação no programa ‘The Colony’, do Discovery Channel.
O engenheiro durante sua participação no programa ‘The Colony’, do Discovery Channel.

Desde então, é um firme defensor da importância de brincar, de pôr em prática qualquer ideia por mais louca que pareça, para demonstrar de maneira empírica se de verdade estamos equivocados: um verdadeiro apologista da doutrina da tentativa e erro. “As empresas têm que deixar que as pessoas sujem as mãos, que explorem sua capacidade criativa”, sustenta. “Normalmente, temos 100% do nosso tempo ocupado, seguimos uma estrutura e esquemas de trabalho que não deixam espaço para a brincadeira; necessitamos de mais liberdade para levar novos projetos adiante.”

Tampouco estamos fazendo tudo errado. A tecnologia oferece novas ferramentas que ajudam as pessoas a adotarem uma filosofia makerYouTube, Vimeo e Slack, por exemplo, construíram um ecossistema interessante no qual as ideias podem fluir com mais facilidade. “Estas plataformas e as redes sociais permitem se comunicar com qualquer um. Se tenho uma dúvida, pergunto pelo Twitter e meus seguidores podem me dar sua opinião”, exemplifica. “Além disso, com o open data você pode misturar versões que outros criaram para desenvolver suas ideias mais rapidamente, e deixar que outros possam usar o que você construir para fechar o círculo.”

A curiosidade o levou a se aprofundar em tecnologias como blockchainopen data e, claro, a internet das coisas. Sua intrusão em novos campos é experimental em muitos casos, e admite que sempre encontra programadores melhores que ele, mas reivindica a necessidade de se meter onde não é chamado para criar um ambiente propenso à inovação. “Quando você faz algo legal, cria-se um círculo virtuoso: as pessoas da sua equipe encontram a maneira de lhe dar uma mão, aprendem com você, e você aprende com eles. Assim é que a tecnologia se propaga.”

E não se pode negar que vivemos na melhor época para isso: os dados abertos conferem um potencial quase ilimitado à originalidade. “A melhor inteligência artificial se baseia em open data. Compartilhando informação, é possível realizar centenas de ideias. É absolutamente exponencial.”

Cohn durante a entrevista.