Mulheres acessam mais a internet que os homens, diz IBGE

As mulheres usam mais a internet que os homens tanto em áreas urbanas como rurais. É o que diz a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgada nesta quinta-feira (20) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

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A Pnad pesquisou o acesso à internet e à televisão nos domicílios particulares e o acesso à internet e a posse de telefone celular para as pessoas de 10 anos ou mais de idade.

De acordo com a pesquisa, nas regiões rurais, 41,9% dos usuários de internet são mulheres contra 36,3% de homens. Nas áreas urbanas, a diferença entre sexos é menor: 74,9% são mulheres e 74,6% homens.

Em 2017, considerando a população de 181.070 mil pessoas de 10 anos ou mais de idade do País, 69,8% utilizaram a internet. Esse percentual apresentou considerável elevação em relação a 2016 (64,7%). O mesmo vale em área urbana e rural e para os homens e as mulheres. A pesquisa também indica que o uso da internet  continua em expansão.

O percentual de pessoas que utilizaram a internet, de 2016 a 2017,  cresceu de 70% para 74,8%, em área urbana, ainda se mantendo em nível muito mais alto que em área rural, que aumentou de 32,6% para 39%.

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Arte/R7

A pesquisa também mostra que em todas as regiões do país houve um crescimento no percentual de pessoas que acessaram a internet, tanto em área urbana como em área rural. Em 2017, em todas as Grandes Regiões, houve diferença acentuada entre os resultados das áreas urbana e rural, sendo a da Região Norte a maior (69,6%, na urbana, e 27%, na rural).

Instrução

O nível de instrução influencia na utilização da internet, quanto maior a formação escolar, mais elevada é a utilização das redes. De 2016 para 2017, apresentou aumentos mais expressivos na parcela da população com ensino fundamental incompleto até o médio completo. Para as pessoas sem instrução este indicador não apresentou alteração.

Em 2017, na população de 10 anos ou mais de idade sem instrução, permaneceu em somente 11,2%. Entre as pessoas que tinham o fundamental incompleto, este indicador subiu para 50,6%. Sobe para 97,7% do contingente com o superior incompleto e atinge 96,4% no grupo com superior completo.

A justificativa para ter um número maior de usuários com superior incompleto está no fato deste grupo deter uma alta parcela de estudantes e ter uma estrutura etária mais jovem do que o das pessoas com nível superior completo. Não houve diferenças relevantes entre os percentuais dos homens e mulheres que utilizaram a Internet, em cada nível de instrução.

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