São Paulo – Um rapaz de 22 anos teve uma parada cardíaca e morreu às 16 horas desta quinta-feira, 14, em Taubaté, no interior de São Paulo, após tentativa de socorro por parte do Corpo de Bombeiros.

Segundo os bombeiros, parentes do rapaz dizem que a parada ocorreu por causa de um choque que o rapaz levou quando decidiu usar seu telefone celularenquanto o aparelho estava sendo recarregado, em uma das tomadas de casa.

O capitão dos bombeiros Gláucio Cafalchio informou que os socorristas, quando chegaram na cada do rapaz, na Rua Doutor Jorge Whinter, no centro da cidade, tentaram fazer massagem cardíaca, sem sucesso.

Depois, tentaram reanimá-lo com um desfibrilador, também sem reverter a parada. Por fim, agentes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Taubaté o levaram para o hospital municipal da cidade, onde ele morreu.

“O atendimento que prestamos foi de uma parada cardíaca, não era de descarga elétrica. Foram os familiares do rapaz que disseram que ele havia levado o choque no celular”, disse o capitão.

Cafalchio recomenda que as pessoas não usem os telefones enquanto os aparelhos estiverem conectados à tomada. “O choque poderia ser um mau funcionamento do aparelho. Se os telefones apresentam problemas, as pessoas devem procurar a assistência técnica”, recomendou.

No último dia 7, um caso semelhante ocorreu no interior do Ceará. Um estudante de 16 anos morreu eletrocutado ao atender o celular enquanto o aparelho estava sendo carregado em um computador de uma escola da cidade de Tianguá. Amigos e familiares lamentaram o fato nas redes sociais.

Disney, Marvel e Star Wars não renovam contrato com a Netflix
Mas calma que tem surpresinha pro Brasil no meio disso tudo…

Não vai ter mais nenhuma produção da Disney, nem da Marvel, nem os filmes de Star Wars na Netflix! O anuncio foi feito nesta terça-feira (8) pela própria Disney, que confirmou o fim do acordo de distribuição de seus filmes para o serviço de streaming.

Mas calma! Nada vai sumir do catálogo do dia para a noite, pelo menos não foi divulgado ainda até quando as produções ficarão disponíveis. A expectativa é que as primeiras comecem a sair do site no início do ano que vem e somente em alguns países. Mas calma que aqui no Brasil continuaremos com todos os filmes, já que cada região tem seu acordo e contrato feito com especificações próprias.

O que está rolando é que a Disney, também proprietária da Marvel e da LucasFilm, vai criar seu próprio serviço de streaming, que tem estreia prevista para 2019 e, por isso, retirará todas as suas produções da Netflixdisponibilizando-as em breve através outra plataforma.

É indiscutível que essa saída será muito sentida, tanto pelos assinantes, quanto pela própria Netflix, que deve concentrar seus esforços na sua atual estratégia: apostar em produções originais e se tornar cada vez mais independente de outros estúdios.

Uma vacina contra a gripe causa “surto mortal” nos Estados Unidos. A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia pediu a prisão imediata da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Marina Silva assinou carta em defesa do casamento gay. As afirmações acima, todas falsas, registraram, somadas, quase 300 000 in­terações no Facebook antes de ser esclarecidas por agências de checagem de fatos entre os dias 15 e 22 de maio. As postagens com os desmentidos fazem parte de um acordo anunciado no dia 10, entre a empresa de Mark Zuckerberg e as agências brasileiras Lupa e Aos Fatos, para reduzir o alcance das fake news na rede social. Na quinta-feira 24, o Facebook comunicou que a agência France-­Presse se juntou ao grupo.

Agora, ao detectarem uma notícia falsa, as agências devem reportar o link ao Facebook, cujo algoritmo está programado para reduzir a exposição da mentira na linha do tempo de seus usuários — mas não excluí-la da rede. A postagem também não poderá mais ser “impulsionada” — nome dado ao ato de pagar ao Facebook para aumentar o alcance de uma informação. Em seguida, um artigo que alerta para o conteúdo falso é produzido pela mesma agência e compartilhado nas redes sociais. Isso permite que, toda vez que um usuário postar o link falso, ele receba um aviso destacando o artigo checado. Se o mesmo indivíduo quiser ignorar esse aviso e espalhar a mentira, poderá mandar bala. Nada o impedirá. Não se trata, portanto, de uma censura, como entendem alguns, nem de uma reedição do “tribunal do povo”, criado por Hitler para condenar inocentes e estabelecer a Verdade.

Ainda assim, é um assunto delicado. O Facebook não entrou deliberadamente no terreno pantanoso que é envolver-se na divulgação daquilo que circula em sua plataforma. Zuckerberg viu-se forçado a tomar medidas anti-­fake news para sair da encruzilhada em que entrou depois que dados de 87 milhões dos usuários de sua rede foram usados pela consultoria Cambridge Analytica para produzir notícias falsas a serviço de campanhas como a de Donald Trump e a do Brexit. Ao testemunhar no Parlamento Europeu, em Bruxelas, na terça-feira 22, Zuckerberg repetiu o que diz desde que a manipulação eleitoral foi descoberta: que o Facebook está fazendo “investimentos importantes” para evitar que isso se repita e garantir a integridade das eleições no Brasil e na Índia, em 2018 e 2019.

Uma semana depois do anúncio no Brasil, iniciativa semelhante foi divulgada na Argentina. No México e na Colômbia, a parceria existe desde o fim de março. Nos Estados Unidos, está em vigor desde dezembro de 2016, e hoje a tutela está a cargo de cinco agências: Weekly Standard, Associated Press, FactCheck.org, Politifact e Snopes. Segundo o Facebook, a prática cortou em até 80% a distribuição orgânica de conteúdos falsos. França, Alemanha, Itália e Holanda também adotaram o sistema. No Brasil, as agências Lupa e Aos Fatos foram escolhidas por ser auditadas pelo instituto americano Poynter, que avalia a transparência e o apartidarismo de seus colaboradores.

A chancela internacional às agências não as blindou de ataques de grupos desinteressados no combate às notícias falsas. O Movimento Brasil Livre (MBL), célebre por publicar conteúdo falso e perseguir jornalistas que fazem reportagens das quais o grupo discorda, divulgou postagens em que afirma que os profissionais das agências contratadas teriam viés político. Não por acaso, o MBL é um dos sites que podem ter seu alcance reduzido com o trabalho da checagem. Para o diretor de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV), Marco Aurelio Ruediger, a medida ajuda, mas não é suficiente: “Precisamos encontrar meios de incluir também a socied

O escândalo da Cambridge Analytica ainda está gerando mudanças dentro do Facebook e dos outros apps vinculados à empresa. O Instagram começou a limitar a coleta de dados de aplicativos de terceiros que usam a API do serviço de compartilhamento de imagens, o que irritou alguns desenvolvedores.

A limitação da coleta de dados veio a partir de uma mudança na Platform API do Instagram. Aplicativos de terceiros podem fazer usar a API em quantidade limitada em determinado intervalo de tempo. Até a última sexta-feira, 30, o limite era de 5.000 chamados por usuário por hora – agora, ele caiu para 200 por usuário por hora.

Na prática, a mudança faz com que os desenvolvedores demorem mais para conseguir coletar mais dados dos usuários. Isso prejudicou o funcionamento de aplicativos de terceiros que ajudam principalmente no uso do Instagram por marcas e precisam de acesso constante a informações sobre interação de seguidores e outras coisas.

No StackOverflow, desenvolvedores reclamam que as mudanças foram feitas sem nenhum aviso prévio, e um anúncio por parte do Facebook minimizaria transtornos que usuários tiveram quando ferramentas começaram a apresentar problemas.

No começo do ano, o Instagram anunciou planos para proteger dados de usuários de aplicativos de terceiros, incluindo a desativação da API em questão, que estava marcada para 2020.

A Câmara de Vereadores da cidade de Brumado, na Bahia, teve a conta bancária invadida por um hacker que desviou R$ 95 mil para uma outra conta de Brasília.

O caso está sendo investigado, mas aparentemente o hacker conseguiu acesso e transferiu o valor para uma conta do banco Itaú de uma agência em Brasília. O valor desviado corresponde a 21% do rendimento mensal da Câmara de Vereadores de Brumado, segundo o Correio.

O presidente da casa, vereador Leonardo Vasconcelos (PDT), disse que o desvio foi notado quando uma tela surgiu no sistema financeiro da Câmara pedindo informações que não costumam ser pedidas. Ao entrar em contato com o Banco do Nordeste (BNB), responsável por gerenciar a conta bancária, o parlamentar foi orientado a reiniciar o computador.

Mas já era tarde demais: R$ 95 mil já tinham sido desviados da conta da casa. O BNB vê indícios de fraude eletrônica, e está analisando o caso para avaliar um possível ressarcimento do valor. O banco também solicitou já o bloqueio do dinheiro transferido para a conta do Itaú. A Câmara dos Vereadores de Brumado deve receber o valor desviado integralmente em até dez dias úteis.

A LG realizou nesta terça-feira, 3, um evento para anunciar o lançamento de dois monitores no Brasil. Ambos os modelos miram um público de maior poder econômico, oferecendo recursos avançados em uma tela grande.

O primeiro modelo é o 27GK750F, um monitor de 27 polegadas voltado para o público gamer. Além dos frufrus estéticos que equipamentos gamers normalmente recebem, o monitor apresenta um tempo de resposta muito baixo, de apenas 1 milissegundo, contando também com suporta ao FreeSync da AMD. O modelo não tem uma resolução muito impressionante, no entanto, limitada a apenas 1920×1080, embora a taxa de atualização de 240 Hz seja interessante.

O aparelho tem o preço sugerido de R$ 2.700, contando também com um sistema que permite rotacionar a tela no formato vertical ou horizontal ou girá-lo lateralmente em até 20 graus. A LG também promete uma versão menor e mais acessível com 24 polegadas e taxa de atualização de 144 Hz.

O segundo modelo é o 32UD59, que mira um público mais profissional, como artistas digitais e editores de vídeo. Com 32 polegadas e resolução 3840×2160 (ou o famoso 4K) a tela de LCD VA tem um contraste de 3.000:1, também contando com tecnologia FreeSync.

O modelo custará R$ 3.000 no mercado, mas a LG também promete uma variação um pouco mais modesta, com apenas 27 polegadas e resolução 4K, com preço estimado em R$ 2.000, como informa o Tecnoblog.

Desde novembro do ano passado, o norte-americano Mike Hughes, 61 anos, faz manchetes com sua missão pessoal: construir um foguete capaz de levá-lo ao espaço e provar a sua crença de que, ao contrário do que diz a ciência, a Terra é plana.

A primeira tentativa foi impedida pelo governo americano, já que Hughes queria se lançar de um terreno público sem autorização. A segunda tentativa deu errado e ninguém sabe por quê. Mas a terceira, realizada neste fim de semana, finalmente deu certo.

A agência de notícias Associated Press informa que Hughes finalmente decolou em seu foguete caseiro na tarde do último sábado, 24. No entanto, o foguete não conseguiu ir tão alto quanto o norte-americano gostaria.

A nave feita em casa chegou a uma altitude de 571 metros antes de abrir o para-quedas e de cair no deserto de Mojave, sudeste do estado da Califórnia, a cerca de 88 quilômetros de distância do local do lançamento. Paramédicos de prontidão disseram que Hughes, mesmo sem equipamento de segurança, chegou bem ao solo.

“Estou aliviado”, disse Hughes à AP após o pouso. “Estou cansado de ouvir as pessoas dizendo que eu me acovardei e que não fiz o foguete. Estou cansado dessa coisa. Eu fui lá e fiz”, desabafou, admitindo que o lançamento o deixou com dor nas costas.

Obviamente, o foguete não foi capaz de subir o bastante para que Hughes pudesse ver a curvatura da Terra. Ele diz, porém, que quer tentar de novo em agosto. O plano é se lançar a partir de um balão e chegar a uma altitude de quase 110 quilômetros acima do solo.

“Se eu acredito que a Terra tem o formato de um disco? Eu acredito que tem. Mas eu tenho certeza? Não. É por isso que eu quero ir até o espaço e ver”, resumiu Hughes.

Existem, infelizmente, muitos softwares aparentemente legítimos no Windows que usam de práticas desonestas para fazer seus usuários pagarem por uma versão “PRO”. Agora a Microsoft, por meio do Windows Defender, começará a combater e remover esses aplicativos que utilizem a tática do medo para assustar seus usuários a desembolsar uma quantia.

A empresa está direcionando esforços em um foco específico. O alvo são aqueles programas que normalmente são baixados gratuitamente e prometem diagnóstico e solução de problemas, muitas vezes inexistentes, que estariam causando lentidão na máquina. Contudo, após cumprir sua função básica, o software começa a alertar seu usuário de problemas mais graves, que só podem ser solucionados com a versão mais avançada.

Essa tática é conhecida como scareware; são programas que, em vez de oferecer um serviço legítimo ao usuário, tentam dar nele um susto grande o bastante para incentivá-lo a pagar por um produto.

Com a nova visão da Microsoft, o software que for considerado coercitivo pela empresa pode ser punido e removido de computadores pelo Windows Defender. A empresa considera comportamento abusivo os alertas que exageram riscos, avisos de que a única forma de corrigir o problema é pagando uma versão mais avançada ou mensagens de que o usuário precisa agir dentro de um período limitado de tempo. O Windows Defender também penalizará pagamentos diretos e a orientação a usuários responderem a pesquisas ou se cadastrarem em newsletters como forma de compensação pelo serviço.

Esse tipo de prática já existe no Windows há décadas e aparece em diversos formatos. Em sua modalidade mais inocente, o programa não faz nada maligno ao perceber que o usuário não vai ceder à ameaça. No entanto, o software pode recorrer a técnicas mais agressivas, que podem incluir a remoção de arquivos e registros importantes do sistema operacional para causar transtornos reais como forma de “provar” seu benefício.

No ano passado, a LG arrumou problemas na justiça dos EUA com uma ação coletiva contra a companhia após todos os seus celulares tops de linha lançados entre 2015 e 2016 apresentarem o problema do “bootloop”. Agora, quase um ano depois, o processo chegou ao seu fim com um acordo que pagará US$ 425 às vítimas ou um desconto de US$ 700 na compra de um novo celular da LG.

O processo em questão envolveu vários modelos lançados pela LG durante um período de dois anos, incluindo o G4, o G5, o V10, o V20 e o Nexus 5x, desenvolvido em parceria com o Google. Todos eles passaram por casos de falhas frequentes envolvendo o famigerado “bootloop”.

Caso você não saiba o que é o “bootloop”, uma breve explicação: o defeito faz com que o celular comece a apresentar travamentos aleatórios, reiniciar sozinho e perder velocidade com pouco tempo de uso. Depois de algum tempo apresentando esses problemas, o celular simplesmente para de funcionar.

A acusação alega que o defeito era causado por um processador mal soldado à placa-mãe do celular. Isso fez com que os aparelhos fossem incapazes de aguentar o calor e começassem aos poucos a deteriorar a experiência do usuário. A LG chegou a confirmar que essa era a exata causa do defeito, apontando a frouxidão dos contatos entre os componentes. A empresa começou a oferecer celulares substitutos, mas a acusação era de que os novos aparelhos tinham os mesmos defeitos; além disso, clientes que estavam fora do período de garantia não tiveram seu smartphone trocado.

No entanto, ainda que o seu celular da LG tenha apresentado o mesmo problema aqui no Brasil, não será possível reclamar o valor previsto. O acordo vale apenas para os participantes da ação coletiva, que incluem apenas residentes dos EUA.

O Facebook divulgou ontem o seu balanço referente ao quarto trimestre de 2017 e, para variar, os números da empresa bateram recordes. Mais de 1,4 bilhão de pessoas no mundo (um número maior que a população inteira da China, e cerca de sete vezes a população brasileira inteira) acessam a rede social todo dia, de acordo com a empresa.

Considerando o número de pessoas que acessa a rede ao menos uma vez por mês, são 2,13 bilhões. Embora o número impressione, ele representa um crescimento de apenas 2,18% com relação ao trimestre anterior – o que, segundo o TechCrunch, é o menor crescimento que a empresa já divulgou. Comparando com o final de 2016, no entanto, o crescimento foi de 14%.

Por mais que o crescimento tenha sido lento no último trimestre, a receita da empresa teve resultados muito positivos. Entre o começo de outubro e o fim de dezembro de 2017, o Facebook ganhou quase US$ 13 bilhões (R$ 40 bilhões). Dividindo a receita pelo númeo de usuários mensalmente ativos, é possível concluir que cada usuário dá ao Facebook, em média, uma receita de US$ 6,18 (R$ 19,64). De toda essa receita, US$ 4,26 bilhões (R$ 13,54 bilhões) foram lucro.

Ao longo do ano todo, a receita da empresa foi de quase US$ 40 bilhões – US$ 39,94 bilhões (R$ 126,92 bilhões) para ser mais exato. O lucro anual da empresa ao longo de 2017 foi de US$ 15,93 bilhões (R$ 50,61 bilhões)

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Nem tudo foram flores no balanço mais recente da empresa, no entanto. Nos Estados Unidos e Canadá, por exemplo, o número de usuários diários da rede social caiu de 185 para 184 milhões. De acordo com Mark Zuckerberg, essa queda pode ser resultado das mudanças que a rede social fez recentemente em seu algoritmo, com o objetivo de mostrar aos usuários conteúdos que gerassem engajamentos mais significativos.

Essas mudanças também geraram uma queda no tempo que cada usuário passa na rede social. Em média, cada usuário pasou 2,14 minutos a menos por dia no Facebook. Pode parecer pouco, mas considerando todos os usuários da rede, dá uma queda de quase 50 milhões de horas (mais de cinco mil anos) por dia – 5% no tempo total que as pessoas passam no Facebook.

Mais notável, no entanto, é que os escândalos nos quais a rede social se envolveu ao longo dos últimos anos pareceram não afetar seu desempenho financeiro. A empresa vem sendo investigada por permitir que agentes russos usassem sua plataforma de anúncios para manipular os resultados das eleições estadunidenses de 2016, por exemplo.

Fora isso, a empresa passou mais de um ano sabendo que sua plataforma de anúncios permitia discriminação étnica em anúncios de imóveis e empregos – o que é ilegal nos Estados Unidos – e mesmo assim não tomou medidas eficazes para impedir que isso ocorresse.