A Airbus planeja colocar o seu veículo autônomo voador nos céus já no próximo ano. O objetivo da empresa é lançar um serviço de táxi, mas esses planos só devem se concretizar em 2023.

Conforme relata o Mashable, a empresa de aviação testou o sistema de propulsão para o drone, além da decolagem elétrica (eVTOL). Esses testes do CityAirbus foram os primeiros passos de uma longa jornada antes de o dispositivo realmente levantar voo, pois agora a equipe de desenvolvimento precisa construir o carro voador em tamanho real.

A Conferência das Nações Unidas Sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) divulgou um estudo sobre as mudanças que a tecnologia deve trazer à economia global nos próximos anos. Segundo o documento, formas digitais de pagamento, como PayPal, Apple Pay e Samsung Pay, superarão cartões de crédito em 2019 para pagar compras feitas pela internet. De acordo com o estudo, atualmente mais da metade dos pagamentos de compras feitas em e-commerce é paga com cartões de crédito ou débito. No entanto, a organização estima que essa porcentagem se reduzirá a 46% em 2019. Isso deve acontecer por causa de um aumento no uso de sistemas de carteiras virtuais (como o PayPal) e de pagamentos pelo celular (como o Apple Pay e o Samsung Pay).

Quem vai sentir primeiro

Essa mudança deverá ser mais notada em países mais economicamente desenvolvidos, como Estados Unidos e os da Europa. Nos outros, porém, os cartões ainda são usados de maneira pouco frequente para pagar compras feitas pela internet. Um exemplo citado pelo documento é o Egito: por lá, 90% das transações de e-commerce são pagas em dinheiro no momento da entrega.

O Quênia, por outro lado, apresenta uma situação bem diferente. No país, sistemas de pagamento virtual já superaram os cartões como formas de pagamento para essas compras. E, de fato, 79% dos quenianos disse considerar métodos de pagamento pelo celular a melhor maneira de pagar por bens e serviços comprados pela internet.

Nisso, o país se assemelha à China, país no qual 68% da população já utiliza o sistema de pagamento móvel Alipay, da empresa Alibaba. Segundo outro relatório da ONU, esse sistema, junto com o WeChat Pay (outra solução chinesa semelhante) processaram mais de US$ 3 trilhões em pagamentos ao longo de 2016.

Vantagens

Segundo o relatório da UNCTAD, essa mudança para formas digitais de pagamento traz uma série de vantagens. De maneira geral, os pagamentos digitais “fazem as transações ser mais rápidas, reduzem os atritos e diminuem os custos das transações, oferecendo ganhos de produtividade”, diz o documento. Para países em desenvolvimento (como o Brasil), eles também podem ajudar em problemas como sonegação de impostos.

Fora isso, esses sistemas também são mais interoperáveis do que os cartões. Por exemplo: um cartão de crédito de um país pode não ser aceito para compras feitas em outro pela internet; uma solução como o PayPal, no entanto, não tem esse problema. No futuro, o estudo acredita que soluções baseadas em blockchain devem crescer também como método preferido para compras feitas entre países diferentes, por causa do risco e do custo reduzidos que elas proporcionam.

A Samsung anunciou nesta quarta-feira, 4, a chegada de uma nova TV ao seu portfólio brasileiro. Trata-se da The Frame, uma televisão que se transforma em quadro digital, exibindo as mais diversas obras de arte, quando está desligada.

Ligada, a TV de 55 polegadas exibe imagens em resolução 4K e com alto alcance dinâmico de cores (HDR). Desligada, a tela é usada para exibir uma coleção de imagens, de acordo com a preferência do usuário. São 100 obras de arte que já vêm na memória, incluindo pinturas e fotografias

É possível também transmitir suas próprias imagens por meio de um app para smartphone. Ou, se quiser, dá para comprar versões digitais de obras famosas, incluindo artistas como Monet e Kandisnky, através da The Frame Store. Cada obra é vendida por R$ 66, mas é possível também pagar uma assinatura que custa R$ 16 por mês.

A The Frame TV vem com um sensor de iluminação que ajuda a economizar energia da tela no “modo quadro”, alterando o brilho de acordo com a quantidade e intensidade da luz no ambiente. Há também um sensor de movimento que deixa a tela totalmente desligada quando não há ninguém por perto.

A moldura da TV também lembra a de um quadro, com opções de cores que incluem madeira, madeira clara e branco. Na caixa ainda vêm um cabo óptico quase transparente para conectar a TV a outros dispositivos, como um setup box de TV por assinatura, e um suporte de parede.

A The Frame TV pode ser comprada exclusivamente pela rede de lojas Fast Shop pelo preço sugerido de R$ 8.999. As molduras especiais, porém, são vendidas separadamente, e custam R$ 899 cada.

A realidade virtual pode parecer uma tecnologia muito importante quando se trata de entretenimento, mas recentemente a VR também começou a ser usada para fins educacionais. Por exemplo, empresas como o Walmart estão usando a tecnologia para treinar funcionários, enquanto o Google realizou alguns estudos para ver se o treinamento em VR poderia ser mais benéfico.

Agora, os pesquisadores do MIT desenvolveram um sistema capaz de usar a realidade virtual para controlar robôs através de um cockpit virtual. Basicamente foi criado um cockpit virtual completo com um monte de botões que se correlacionam a cada um dos braços do robô. A partir disso, o usuário pode manipular esses botões virtualmente, o que, por sua vez, fará com que os braços do robô se movam na vida real.Conforme relata o Überzigmo, os pesquisadores criaram esta configuração especificamente para trabalhos em linha de montagem, no qual um robô pode ter alguma dificuldade e um usuário pode intervir e assumir o controle.

Depois de a China ameaçar banir as criptomoedas, agora chegou a vez da Coreia do Sul. A Comissão de Serviços Financeiros do país divulgou nesta sexta-feira,29, que proibirá a arrecadação de dinheiro através de todas as formas de moedas virtuais.

Segundo informações da Reuters, todos os tipos de ofertas iniciais de moedas (ICO, sigla em inglês) serão banidos, pois a negociação de moedas virtuais precisa ser rigorosamente controlada e monitorada.A decisão de proibir as ofertas iniciais de criptomoedas foi feita porque o governo considera as moedas virtuais uma maneira de aumentar os riscos de golpes financeiros. A Coreia se baseia em anúncios semelhantes nos Estados Unidos e na China, onde o aumento dos volumes de câmbio das criptomoedas está suscitando preocupações.

A comissão informou que penas severas serão aplicadas aos bancos e quaisquer partes envolvidas em processos de ICO.

A geração atual de consoles é praticamente imune a pirataria quando se olha para os tempos passados em que era possível encontrar jogos em praticamente qualquer feira e mercado popular do Brasil. Mas um grupo parece disposto a mudar isso.

O pessoal do KOTF (Knights of the Fallen) provou que é possível contornar a segurança do PlayStation 4 e instalar jogos pirateados. Eles colocaram na rede os títulos “Grand Theft Auto 5”, “Far Cry 4” e “Assassin’s Creed 4” — todos disponíveis em arquivos gigantes.

Mas aproveitar essa oportunidade não é nada simples, como ressalta o TorrentFreak, a começar pelo fato de que o hack criado pelo KOTF só funciona em PS4 com firmware v1.76, que foi lançado em agosto de 2014 — o mesmo que já tinha sofrido um jailbreak em dezembro do ano seguinte.

Se você tem um console mais novo, já não conseguirá acessar esses jogos, porque ainda não é possível fazer downgrade do console. Se possui um com tal firmware, não pode conectá-lo à internet, porque a Sony conseguirá bloquear o jogo pirateado.

E tem mais: jogos novos demandam versões mais novas de firmware, portanto, não espere que um “Uncharted: The Lost Legacy” possa ser jogado de graça.

Sem contar que esses não são os únicos impedimentos. Não é apenas uma questão de baixar os jogos — que estão divididos em pacotes de 90, 54 e 84 arquivos de 500 MB cada —, transferi-los a um HD externo e importar para o console. O KOTF divulgou um texto com instruções tão complexas que fica claro que esse hack não vai chegar à massa.

No próximo dia 4 de outubro o Google vai anunciar novos produtos, e a grande expectativa é pela segunda geração dos smartphones Google Pixel.

Algumas informações sobre eles já vazaram, então já temos uma boa ideia do que esperar deles. Confira abaixo os rumores e as expectativas para os novos smartphones com a marca Google e outras coisas que podem ser apresentadas durante o evento.

Google Pixel 2

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Os Pixel lançados no ano passado eram praticamente idênticos e a principal diferença entre ele estava no tamanho da tela. Neste ano, no entanto, as coisas não vão ser tão parecidas.

Segundo o Android Police, o Pixel 2 vai ter diferenças de design em relação ao irmão maior. Ele será feito pela HTC, que foi recentemente comprada pelo Google, e vai manter um design bastante parecido com o do ano passado, mantendo a tela de 5,5 polegadas, as bordas bastante visíveis e apenas uma câmera.

As novidades ficam por conta do novo corpo “esmagável” que vai oferecer uma nova forma de interagir com o smartphone. A má notícia fica por conta da possibilidade do aparelho seguir o caminho de outros smartphones da atualidade e remover a entrada convencional de fone de ouvido.

Google Pixel XL 2

Se o Pixel de 5,5 polegadas vai manter grande parte das características do modelo do ano passado, o Pixel XL, que deve ser feito pela LG, vai ser bem diferente.

A tela de 6 polegadas deve ocupar praticamente toda a parte frontal, sendo quase uma “tela infinita” como a encontrada no Galaxy S8, Note 8, LG V30, iPhone X e outros. A ausência de bordas permitirá que o aparelho seja mais compacto, e ele deve ter o mesmo tamanho do Pixel, apesar da tela maior.

Algumas novidades do Pixel 2 também devem aparecer no XL: o corpo “esmagável”, por exemplo. E o smartphone também deve remover a entrada convencional de fone de ouvido

Apesar das diferenças visuais, por dentro os dois smartphones devem ser bastante parecidos. Se os rumores estiverem corretos, ambos virão com processador Qualcomm Snapdragon 835, 4 GB de RAM e entre 64 GB e 128 GB de armazenamento interno.

Alto-falantes inteligentes

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O evento não deve ficar restrito a smartphones. Se rumores estiverem corretos, ao menos dois modelos de alto-falantes inteligentes devem ser anunciados pelo Google.

Um deles é o Google Home Mini. Com o Google Assistente integrado, ele deve ser apenas uma versão menor e mais barata do Google Home, custando US$ 49.

Já o Home Max deve ser um alto-falante bastante potente, cujos detalhes ainda são poucos, mas a expectativa é que ele concorra com o Apple HomePod e com os novos Amazon Echo.

Daydream View e realidade aumentada

A aposta do Google em realidade virtual deve ganhar uma nova versão em 2017. De acordo com o Droid Life, um novo visor Daydream View está a caminho, mas ainda não está claro o que ele terá de novo além de opções de cores. Ele deve custar US$ 99, um pouco mais caro do que o do ano passado que custava US$ 80.

Em agosto o Google anunciou a plataforma ARCore de realidade aumentada e a expectativa é que mais detalhes dela sejam apresentadas durante o evento.

O Apple Music continua apresentando resultados positivos e ultrapassou a marca dos 30 milhões de assinantes em setembro. Trata-se de um acréscimo de 10 milhões de usuários em relação ao último relatório divulgado em dezembro. No entanto, o serviço da fabricante de iPhone ainda está atrás do Spotify, que tem cerca de 60 milhões de usuários pagos e 140 milhões de gratuitos.

Ainda de acordo com o relatório, o Apple Music ganhou 3 milhões de assinantes desde o WWDC 2017 em junho, quando o serviço anunciou funções para maior interação entre os usuários. Além disso, a plataforma de streaming tem mantido um crescimento anual médio de 15 milhões de clientes contra cerca de 10 milhões do Spotify.Além de oferecer um grande catálogo de músicas, o Apple Music tem focado em produzir conteúdo exclusivo como entrevista com artistas e documentários, conforme publicou o Ubergizmo. O serviço está disponível atualmente para iPhone e iPad (iOS), macOS, Windows e celulares com Android. A assinatura custa US$ 4,99 (cerca de R$ 15) por mês.

O Google tomou uma atitude esquisita recentemente ao desativar um recurso de segurança sem sequer se dar ao trabalho de avisar os seus usuários sobre a mudança.

O que desapareceu foi o NFC Smart Unlock, que permitia usar um objeto à parte para desbloquear o smartphone por meio de NFC — poderia ser um token ou um cartão, por exemplo.

Faz semanas que usuários vêm questionando a empresa sobre falhas no serviço, mas só agora um redditor descobriu que ele, na verdade, foi descontinuado.

E essa informação está praticamente escondida, como ressalta o The Next Web. Ela aparece como resposta a um relatório de bug dentro do Issue Tracker, em que um funcionário avisou: “O recurso SmartLock NCF [sic] foi desaprovado para novos usuários. Se vocês não são usuários de NFC, a opção estará escondida.”

Qualquer um que tenha configurado uma conta no Google a partir de julho está incapacitado de acessar o recurso. E quem ainda pode usá-lo deixará de fazê-lo caso se deslogue ou atualize o dispositivo.

Embora o NFC Smart Unlock nunca tenha sido um sistema proeminente dentro do Android, mais de uma fabricante o usou como isca para chamar a atenção dos consumidores — incluindo o próprio Google, que falou do recurso para as linhas Nexus e Pixel.

A bitcoin tem se tornado um assunto cada vez mais interessante. Seja pelos ganhos potenciais com a especulação, uma vez que a moeda tem se valorizado em ritmos absurdos, seja pelo potencial de transformação no modo como o dinheiro circula pelo mundo. O que muita gente não lembra é que, por trás de todo esse ecossistema, existem as minas que fazem tudo isso funcionar de forma segura.

De uma forma resumida, a bitcoin funciona em um sistema de verificação distribuída. Cada transação é analisada por uma rede descentralizada de computadores que, como recompensa pela função, acabam recebendo bitcoins. A partir desse conceito nascem as minas, que, na prática, são grandes datacenters, com computadores de alto desempenho trabalhando pesado para sustentar o ecossistema bitcoin e, obviamente, faturar alto com isso.

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O New York Times teve a oportunidade de conhecer uma dessas minas de pertinho. Na região chamada de Zona de Desenvolvimento Econômico de Dalad, na área da Mongólia Interior da China, em meio a várias fábricas e indústrias, existe a Bitmain, que ocupa oito galpões repletos com 25 mil computadores trabalhando para obter bitcoins. Estima-se que a empresa produza 1 em cada 20 bitcoins mineradas por dia, em um faturamento que supera os US$ 300 mil por dia.

O curioso é que, desta forma, a bitcoin começou a gerar empregos. Cerca de 50 funcionários passam o dia inteiro andando pelos longos corredores, entre os computadores da Bitmain, com um laptop na mão procurando por problemas e verificando cabos. De tempos em tempos eles enchem de água alguns reservatórios que têm como objetivo resfriar o equipamento e impedir que eles superaqueçam, derretam e, pior, provoquem um incêndio. Algumas centenas de ventiladores colaboram para evitar uma tragédia.

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Se a bitcoin continuar a tendência de crescimento e valorização, a tendência é que mineradoras como a Bitmain cresçam e passem a empregar ainda mais pessoas. Wang Wei, gerante das instalações da Bitmain em Dalad Banner, afirma ao NYT que acredita que “no futuro, a função pode trazer centenas ou talvez até milhares de empregos, como nas grandes fábricas”.

A situação da Bitmain também ajuda a explicar a contraditória situação da bitcoin na China. O governo pretende banir todas as corretoras que operam no país, tornando dificílimo para os cidadãos chineses adquirirem e realizarem negócios com a moeda. Ao mesmo tempo, o país oferece energia mais barata para a mineração da bitcoin, tornando-se um polo na produção da criptomoeda, abatendo o principal custo de produção.